quinta-feira, 11 de junho de 2026
É o pastor, o pai do pastor, é o banco da igreja, é o banco banco
O caso do Banco Master escancara o jogo do poder.
O poder do dinheiro e da oração. o Master deixa claro como a fachada de uma igreja pode esconder
tanta coisa obscura, intocável, confiável, abominável, asquerosa e repugnante. Sob a alcunha de um pastor,
milhões de ovelhinhas e ovelhonas sumiram. Os Estados e Municípios, levados pelo lob político, compraram, investiram e acreditaram em tudo.
É Vorcaro..., essa brincadeira saiu cara meu caro... Agora, depois de mortes e sumiços, depois de vazios existenciais, de apartamentos luxuosos,
carros e voos inexplicáveis de jatinho, não tem delação que valha.
A classe política e os magnatas do dinheiro estão assustados: será que isso vai dar em algo?
Daniel na cadeia supera a cova dos leões. Homem intocável! Privilégios estreiam no sistema prisional com a chegada do pastor das ovelhas perdidas.
A lama escorre e mancha as barras do poder. As eleições estão comprometidas até outubro. O Brasil não é nunca será para amadores, aqui, o crime se reiventa dia a dia, ai daquele que diz que é feliz porque já pegou as manhas. Não é tão fácil assim. Enquanto as forças de segurança puderem agir sem intervenção do alto, talvez cheguemos em algum lugar. É o pastor, o pai do pastor, é o banco da igreja, é o banco banco, é a tinta, é a ovelha perdida, a ostentação quase evangélica de sucesso e abundância material. Tudo, exatamente tudo, do jeitinho que Jesus Cristo Nosso Senhor ensinou.
Em um passado não tão distante, muita gente no Centro Oeste brasileiro caiu no conto do vigário master, ops, da Avestruz Master. Quase uma deusa dos ovos de ouro! Um bicho que, de tão sagrado e caro, fazia inveja no Vorcaro! Até o cocô da avestruz, a Master, era raro como os metais de terras raras. Investidores, super empolgados, compraram algumas cabeças da ave, alguns ovos, pés, casca, enfim, depois, quem não comprou não se arrependeu, mas teve muita pena. O caso Master de hoje é muito mais cruel. Ele veio abençoado pelo governo, sob os olhares dos órgãos fiscalizadores que, por alguns motivos, deixaram a coisa rolar e rolar e rolar. Hoje, enrolados, tentam se explicar. O dinheiro sumiu. E grande parte dos bilhões são da previdência de cidades pequenas, em sua grande parte. São de estados falidos pela falta da arte, pela falta de pudor e pelo excesso de corrupção. Faltou fé nesse povo da igreja, faltou amor, falta honestidade. Quse sejamos, no mínimo, bons eleitores.
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