Deus confia muito em nós!
É esse amor que nos move
a sermos...a sermos um pouco...
um pouco melhores.
Um pouco mais e Deus
nos leva pra passear
em campos limpos
de vastos olhares.
Deus quer a gente feliz
e o coraçãozinho dEle se alegra muito
quando uma boa ação acontece
e Ele tudo esquece...
Um sorriso de Deus foi visto
logo após o sol do cerrado
se esconder das estrelas dalvas do céu
e brincar de pique-esconde...
e quando Deus nos vê tentando
fazer versos e mais versos,
Ele se alegra e não se aquieta:
Ele é o MAIOR poeta.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
A MORTE DO SUHARTO
O Suharto morreu.
Morreu depois de uma vida longa.
Depois de ter visto muitos morrerem.
Morreu Suharto e
não foi de infarto.
Morreu de falência múltipla dos órgãos.
Não como rato (por mais que tenha sido um),
mas como leão, o rei das selvas.
Morreu o ditador.
pobre ditador...
Morreu Suharto e
não foi de infarto.
Morreu
Ele que mais se enriqueceu com o dinheiro público!
E o público o ovaciona! E soltam foguetes!
Viva nosso Suharto!
Que triste história do Timor.
Trucidado pelo tumor malígno.
Não morreu como rato.
Não morreu de infarto.
morreu tarde.
vais
covarde.
Morreu depois de uma vida longa.
Depois de ter visto muitos morrerem.
Morreu Suharto e
não foi de infarto.
Morreu de falência múltipla dos órgãos.
Não como rato (por mais que tenha sido um),
mas como leão, o rei das selvas.
Morreu o ditador.
pobre ditador...
Morreu Suharto e
não foi de infarto.
Morreu
Ele que mais se enriqueceu com o dinheiro público!
E o público o ovaciona! E soltam foguetes!
Viva nosso Suharto!
Que triste história do Timor.
Trucidado pelo tumor malígno.
Não morreu como rato.
Não morreu de infarto.
morreu tarde.
vais
covarde.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
a criança que só chora
A criança que só chora
se desepera ao ver a fome chegar.
E entra em agonia quando vai embora,
que é amado e gosta de conversar.
mas tudo é no grito.
E parece não ter mais fim
a enfastiante dança das cordas
que curam pés, mãos e bocas num rito.
Que não se acaba com a despedida e
continua na labuta da vida,
em todas as vindas e idas,
em todas as vidas nossas.
se desepera ao ver a fome chegar.
E entra em agonia quando vai embora,
que é amado e gosta de conversar.
mas tudo é no grito.
E parece não ter mais fim
a enfastiante dança das cordas
que curam pés, mãos e bocas num rito.
Que não se acaba com a despedida e
continua na labuta da vida,
em todas as vindas e idas,
em todas as vidas nossas.
PRAZO DE VALIDADE

76 mais ou menos
mais dores após aposentadoria
menos alegria antes vida de
sonhos desfeitos pelo turvo
do tempo que passa em alegoria
feliz de pessoas que nunca veremos
prazo para valer algo
para ser consumido e
não para ser perdido
data marcada em cada rosto/rótulo
momentâneo
que fica onde há alguém que os aprecie...
produto inacabado e bruto
que se acaba antes da descoberta
que, em tão breve, se cobre de luto
menos para ser vendido
mais para ser vencido
pelo prazo infindável de validade
validade eterna
códigos eternos e
prazo de validade que não vale nada.
mais dores após aposentadoria
menos alegria antes vida de
sonhos desfeitos pelo turvo
do tempo que passa em alegoria
feliz de pessoas que nunca veremos
prazo para valer algo
para ser consumido e
não para ser perdido
data marcada em cada rosto/rótulo
momentâneo
que fica onde há alguém que os aprecie...
produto inacabado e bruto
que se acaba antes da descoberta
que, em tão breve, se cobre de luto
menos para ser vendido
mais para ser vencido
pelo prazo infindável de validade
validade eterna
códigos eternos e
prazo de validade que não vale nada.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
da janela vejo as nuvens
DA JANELA VEJO AS NUVENS...
cores abatidas e feias crescem-me:
muros antigos, desbotados e corroidos,
telhados tortos e desgastados,
postes empenados, ruas fragmentadas.
Tudo é cinza e descuidado
e um monstro eterno e silencioso
passa fazendo suas vítimas
e o coração dói...
Quer explicação e não a tem,
quer relógio mas incomoda o pulso,
quer o tempo mas ele não se deixa alcançar...
quer tudo e nada tem.
Quer sonhar e é só fechar os olhos.
cores abatidas e feias crescem-me:
muros antigos, desbotados e corroidos,
telhados tortos e desgastados,
postes empenados, ruas fragmentadas.
Tudo é cinza e descuidado
e um monstro eterno e silencioso
passa fazendo suas vítimas
e o coração dói...
Quer explicação e não a tem,
quer relógio mas incomoda o pulso,
quer o tempo mas ele não se deixa alcançar...
quer tudo e nada tem.
Quer sonhar e é só fechar os olhos.
SOMOS A GENTE QUE FUMOS!
O pequeno grande buraco cresce segundo o trato
e deslizam-lhe terras, pedras e outros substratos.
O pequeno grande buraco precisa de sustento
para que ele pare de crescer: ele não pode crescer!
O grande pequeno buraco ganha corpo e,
agora, buracão já pode ser denominado.
NÃO!
Cratera erosiva e desprovida de verde!
O grande pequeno buraco já está pronto para engolir
seus criadores.
Gente humanas e roedores,
todos surgem em uníssomo:
NÃO FUI EU, FOI ELE!
NÃO FUI EU, FOI ELE!
FOI ELE!
FUI ELE!
FUI NÓIS!
SOMOS A GENTE QUE FUMOS!
e deslizam-lhe terras, pedras e outros substratos.
O pequeno grande buraco precisa de sustento
para que ele pare de crescer: ele não pode crescer!
O grande pequeno buraco ganha corpo e,
agora, buracão já pode ser denominado.
NÃO!
Cratera erosiva e desprovida de verde!
O grande pequeno buraco já está pronto para engolir
seus criadores.
Gente humanas e roedores,
todos surgem em uníssomo:
NÃO FUI EU, FOI ELE!
NÃO FUI EU, FOI ELE!
FOI ELE!
FUI ELE!
FUI NÓIS!
SOMOS A GENTE QUE FUMOS!
inspirado
Minha vida é uma poesia
Deus inspirado está a cada dia
fez-me ser alegoria de suas histórias
- alegrias -
brilham sóis e luas
fazendo poesias!
tremulam mares e ventos
fazendo poesias!
caem folhas e crescem ramagens
fazendo poesias!
cantam e se agitam bichos diversos
fazendo poesias!
nascem e morrem
fazendo poesias!
com exímia maestria
segue o Incansável e Inspirado,
fazendo poesias!
SORRIA!
Você é uma POESIA!
Deus inspirado está a cada dia
fez-me ser alegoria de suas histórias
- alegrias -
brilham sóis e luas
fazendo poesias!
tremulam mares e ventos
fazendo poesias!
caem folhas e crescem ramagens
fazendo poesias!
cantam e se agitam bichos diversos
fazendo poesias!
nascem e morrem
fazendo poesias!
com exímia maestria
segue o Incansável e Inspirado,
fazendo poesias!
SORRIA!
Você é uma POESIA!
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
escombros
ex-guerrilheiros agora
reconstroem o que destruiram.
escombros saem dos quatro cantos do mapa mundi.
alguns soterrados, silenciados pelo tempo, nada dizem.
pedaços carnudos de concreto e aço que formam um novo mundo.
generais e coronéis ordenam não sabem o quê.
soldadinhos fiéis aceitam tudo: obedecem.
dos escombros brotam ervas daninhas
( e algumas samambaias porque samambaia é praga )
um retrato na parede pedia paz.
um buraco na parede o fez cair.
e agora, ex-combatentes?
qual é o sabor da vitória se, a custo dela, nada recebestes senão escombros?
reconstroem o que destruiram.
escombros saem dos quatro cantos do mapa mundi.
alguns soterrados, silenciados pelo tempo, nada dizem.
pedaços carnudos de concreto e aço que formam um novo mundo.
generais e coronéis ordenam não sabem o quê.
soldadinhos fiéis aceitam tudo: obedecem.
dos escombros brotam ervas daninhas
( e algumas samambaias porque samambaia é praga )
um retrato na parede pedia paz.
um buraco na parede o fez cair.
e agora, ex-combatentes?
qual é o sabor da vitória se, a custo dela, nada recebestes senão escombros?
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Dor tão forte
que não esqueço
Que dói quando penso
que nunca esqueço.
Dores antigas e abandonadas
dores recentes latejantes
O holocausto, as bombas estadunidenses,
o solo rachado dos sertões,
que enchem bolsos de capital.
A dor que me faz dormir
é a mesma
dor que me acorda de madrugada
para pensar,
planejar, tentar esquecer.
Quem sabe ao amanhecer?
Um novo lindo dia me espera!
E não posso esperar sentado!
Salve o novo dia! O novo sol!
E as novas sombras também!
que não esqueço
Que dói quando penso
que nunca esqueço.
Dores antigas e abandonadas
dores recentes latejantes
O holocausto, as bombas estadunidenses,
o solo rachado dos sertões,
que enchem bolsos de capital.
A dor que me faz dormir
é a mesma
dor que me acorda de madrugada
para pensar,
planejar, tentar esquecer.
Quem sabe ao amanhecer?
Um novo lindo dia me espera!
E não posso esperar sentado!
Salve o novo dia! O novo sol!
E as novas sombras também!
sábado, 24 de novembro de 2007
Tudo novo agora
está tudo novo.
Novo tudo está agora
tudo, agora, está novo.
Novo gasto está.
Gasto muito mais
para o novo, de novo, ficar.
Gasto está o novo.
Do ovo sai um pintinho novo
que cresce e vira um frango velho
depois é sacrificado.
Ficou velho e não morreu de velhice...
Mas...quem foi que disse?
está tudo novo.
Novo tudo está agora
tudo, agora, está novo.
Novo gasto está.
Gasto muito mais
para o novo, de novo, ficar.
Gasto está o novo.
Do ovo sai um pintinho novo
que cresce e vira um frango velho
depois é sacrificado.
Ficou velho e não morreu de velhice...
Mas...quem foi que disse?
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Gente que passa em nossas vidas
Gente que passa sem que as vemos.
Gente que passa fome.
Gente que até morre de fome.
Gente que não parece gente.
E finge ser gente, ser humano.
Tem gente que pensa...
Tem gente que pensa que temos algumas gavetas
em lugares que, desconhecidos, desconhecemos.
Gente que passa perto.
Gente que passa longe.
Gente que passa raiva.
Gente de quem raiva não passa.
Gente que passa bem.
Gente que, bem, não passa.
Gente que nunca veremos (é porque são muitos).
Gente que deixará algo.
Gente que nos levará algo.
Tem gente que pensa que é importante.
Tem gente que pensa que ainda é gente.
Que tipo de gente é essa, Nosso Deus?
Gente pendurada nos sacos.
Pingentes!
Gente sentada em tronos imaginários.
Gente em tronos. Toilletes latrinais!
Gente...mas o quê que é isso?
Gente morrendo, gente matando gente?
Nosso Deus? Onde vamos parar quando tudo parar?
Gente é pra brilhar, não pra morrer de fome.
Gente que passa fome.
Gente que até morre de fome.
Gente que não parece gente.
E finge ser gente, ser humano.
Tem gente que pensa...
Tem gente que pensa que temos algumas gavetas
em lugares que, desconhecidos, desconhecemos.
Gente que passa perto.
Gente que passa longe.
Gente que passa raiva.
Gente de quem raiva não passa.
Gente que passa bem.
Gente que, bem, não passa.
Gente que nunca veremos (é porque são muitos).
Gente que deixará algo.
Gente que nos levará algo.
Tem gente que pensa que é importante.
Tem gente que pensa que ainda é gente.
Que tipo de gente é essa, Nosso Deus?
Gente pendurada nos sacos.
Pingentes!
Gente sentada em tronos imaginários.
Gente em tronos. Toilletes latrinais!
Gente...mas o quê que é isso?
Gente morrendo, gente matando gente?
Nosso Deus? Onde vamos parar quando tudo parar?
Gente é pra brilhar, não pra morrer de fome.
infalível
Mais um infalível plano para conquistar o mundo foi
inventado por algum ditador norte americano.
Mais de um milhão de pessoas serão sacrificadas
para que o plano, ao menos, dê certo.
Não sabemos se na Ásia ou África,
ou ainda na Europa Oriental.
Quem sabe na América Latina Ou Oriente Médio?
Ouviram do Ypiranga?
Não tem remédio
que cure
essas cabeças.
inventado por algum ditador norte americano.
Mais de um milhão de pessoas serão sacrificadas
para que o plano, ao menos, dê certo.
Não sabemos se na Ásia ou África,
ou ainda na Europa Oriental.
Quem sabe na América Latina Ou Oriente Médio?
Ouviram do Ypiranga?
Não tem remédio
que cure
essas cabeças.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
A vida é uma arte
A vida é uma arte.
Quantas vezes você já ouviu isto?
A Dona Vida prega em nós todo dia uma peça:
de teatro, de roupa, de automóvel.
A ida que nos faz falta,
a vida que nos dá volta.
Nossa vida é uma grande tela:
De um Portinari, de aço, de TV.
Com mistura de cores,
com segredos,
relevos.
A vida que nos falta,
Aída nos dá de volta.
Nossa vida é música:
em qualquer tom, cantamos
em qualquer rítimo, dançamos
mesmo desafinando, entendemo-nos.
Quantas vezes você já ouviu isto?
A Dona Vida prega em nós todo dia uma peça:
de teatro, de roupa, de automóvel.
A ida que nos faz falta,
a vida que nos dá volta.
Nossa vida é uma grande tela:
De um Portinari, de aço, de TV.
Com mistura de cores,
com segredos,
relevos.
A vida que nos falta,
Aída nos dá de volta.
Nossa vida é música:
em qualquer tom, cantamos
em qualquer rítimo, dançamos
mesmo desafinando, entendemo-nos.
sábado, 27 de outubro de 2007
Flor resta?
Floresta amazônica
Floresta atlântica
Flores restam em algum canto
de pássaros e abelhas, mariposas e beija-flores,
todos que as fecundam.
Flor resta?
Flor-de-maio, junho, julho...maio.
Flores restam na natureza
e em outros lugares
e outras primaveras.
Floresta gigante,
floresta da minha vida,
flor que resta em minha mão,
flor que me faz acreditar
no perfume e nos espinhos.
Obrigado!
Apesar das guerras,
restam muitas em minhas terras.
Floresta amazônica
Floresta atlântica
Flores restam em algum canto
de pássaros e abelhas, mariposas e beija-flores,
todos que as fecundam.
Flor resta?
Flor-de-maio, junho, julho...maio.
Flores restam na natureza
e em outros lugares
e outras primaveras.
Floresta gigante,
floresta da minha vida,
flor que resta em minha mão,
flor que me faz acreditar
no perfume e nos espinhos.
Obrigado!
Apesar das guerras,
restam muitas em minhas terras.
sábado, 20 de outubro de 2007
faro...
faro...
faro...
fá da nota rara...
nó que dá na cara...
farol...
farol...
luz que sai do carro...
carroça sem farol...
luz que esvai da égua...
água que brota nos olhos...
da luz que não brilha mais...
faro...
faro...
fá
bula
de
ré
médio
estória que não acontece...
enquanto a gente não esquece...
faro...
fá da nota rara...
nó que dá na cara...
farol...
farol...
luz que sai do carro...
carroça sem farol...
luz que esvai da égua...
água que brota nos olhos...
da luz que não brilha mais...
faro...
faro...
fá
bula
de
ré
médio
estória que não acontece...
enquanto a gente não esquece...
sábado, 13 de outubro de 2007
Vendem-se carnes
Vendem-se carnes:
pernas e coxas,
nádegas e peito,
costela e pescoço,
com ou sem osso.
Vermelhas e brancas,
pretas e pardas,
carnes são vendidas
inteiras e moídas.
Coração e fígado,
órgãos vitais!
e coisas viscerais.
Vendem-se enlatados,
embalados e cortados.
Vendem-se, também, carnes animais.
pernas e coxas,
nádegas e peito,
costela e pescoço,
com ou sem osso.
Vermelhas e brancas,
pretas e pardas,
carnes são vendidas
inteiras e moídas.
Coração e fígado,
órgãos vitais!
e coisas viscerais.
Vendem-se enlatados,
embalados e cortados.
Vendem-se, também, carnes animais.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Latões e latidos
Sai da frente
resto animalizado de gente.
Resta-te nada mais agora,
comeste, enfim, todo lixo lá fora.
Latões e latidos,
gatos e gemidos.
Riso de gente que passa
cortando o seu lado da praça.
Míseras migalhas,
comidas com falhas.
Dentes ausentes,
inúmeros presentes:
Uma casca de melancia pela metade,
um croisant que parece de verdade,
um refrigerante choco
e, de chocolate, pouco.
Um tanto bom de arroz ali,
um pedacinho de bife mastigado aqui,
sobrinhas de cebola,
abobrinha e cenoura.
Tomates verdes fritos,
restos mortais de cabritos,
banquetes cheios de solidão
antes que passe nosso ladrão.
resto animalizado de gente.
Resta-te nada mais agora,
comeste, enfim, todo lixo lá fora.
Latões e latidos,
gatos e gemidos.
Riso de gente que passa
cortando o seu lado da praça.
Míseras migalhas,
comidas com falhas.
Dentes ausentes,
inúmeros presentes:
Uma casca de melancia pela metade,
um croisant que parece de verdade,
um refrigerante choco
e, de chocolate, pouco.
Um tanto bom de arroz ali,
um pedacinho de bife mastigado aqui,
sobrinhas de cebola,
abobrinha e cenoura.
Tomates verdes fritos,
restos mortais de cabritos,
banquetes cheios de solidão
antes que passe nosso ladrão.
domingo, 7 de outubro de 2007
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Vida de escritor
Amigo, por favor leve essa carta...
vida de escritor...
difícil jornada a caminho da lápide,
do último verso deixado: um epitáfio rimado.
Sagas e mais sagas, epopéias não conseguem
narrar as aventuras, os versos salvos à nado!
Nem dado?
Quem quer o desconhecido?
Só os amantes do desconhecido,
os que têm coragem para experimentar o NOVO,
os que não são guiados pela massa ideológica.
Luta, suor,
Letras, sangue...há uma gota de sangue em cada verso.
sucesso...o que é o sucesso para o libertador de palavras e idéias flutuantes?
Quem leu é quem ganha o ventre livre!
Sempre existirão Jotas e Bes no meio de cada linha
de trem, de tear, de crochê, das mãos, de expressão(ões)...
vida de escritor...
difícil jornada a caminho da lápide,
do último verso deixado: um epitáfio rimado.
Sagas e mais sagas, epopéias não conseguem
narrar as aventuras, os versos salvos à nado!
Nem dado?
Quem quer o desconhecido?
Só os amantes do desconhecido,
os que têm coragem para experimentar o NOVO,
os que não são guiados pela massa ideológica.
Luta, suor,
Letras, sangue...há uma gota de sangue em cada verso.
sucesso...o que é o sucesso para o libertador de palavras e idéias flutuantes?
Quem leu é quem ganha o ventre livre!
Sempre existirão Jotas e Bes no meio de cada linha
de trem, de tear, de crochê, das mãos, de expressão(ões)...
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